Como foi reler Jogos Vorazes?

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Eu não canso de falar aqui no blog sobre a delícia que é reler um livro que a gente ama. E, hoje, vim contar mais uma experiência feliz que tive com uma releitura: Jogos Vorazes. Eu li a trilogia de Suzanne Collins no finalzinho de 2013 e foi amor à primeira lida! No entanto, no ano passado, na época da estreia de Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1, eu confesso que já não lembrava de muitos detalhes do último livro e até comecei a relê-lo, mas logo abandonei. Eis que, já sofrendo de saudades antecipadas da série de filmes (e lembrando menos ainda dos detalhes das obras originais), decidi fazer a lição de casa direitinho e reler a trilogia toda antes do dia 18 de novembro, que é quando vou assistir Jogos Vorazes: A Esperança – O Final.

Apesar de amar a saga de Suzanne Collins, admito que, toda vez que eu pensava em reler os três livros, rolava uma preguiça. Mas, como não custava nada, resolvi tentar, principalmente porque quero escrever o Livro x Filme do último longa da série e, sem reler A Esperança, definitivamente não conseguiria fazer análise alguma. No entanto, para minha felicidade, a releitura dos dois primeiros volumes fluiu muito mais do que eu esperava e, realmente, foi como matar a saudade de velhos amigos! Mas a verdadeira surpresa ficou por conta de A Esperança: da primeira vez que li, apesar de toda a curiosidade para saber qual seria o desfecho da história, demorei 6 dias para terminar o livro e, como ele gira muito mais em torno de jogos políticos, não me cativou tanto quanto Em Chamas – meu favorito, até então.

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Com a releitura, porém, algumas coisas mudaram. Embora eu ainda goste muito do segundo volume da série, o último se tornou o meu preferido. Ironicamente, bastante por causa da guerra política (talvez meu perfil de leitora tenha mudado um pouco nestes dois anos), mas principalmente por deixar Katniss – e, consequentemente, o leitor – com os nervos à flor da pele. Sério, reler a série, especialmente Em Chamas e A Esperança, foi uma experiência muito mais intensa do que da primeira vez – e do que eu esperava.

Fiquei decepcionada comigo mesma por perceber que lembrava de pouquíssimos detalhes dos três livros – talvez por ter assistido muito aos filmes, que, apesar de serem boas adaptações, ignoram milhares de fatos da obra original. Mas acho que isso tem mais a ver com o fato de que, da primeira vez, eu estava tão enlouquecida para saber o que ia acontecer, quem mais ia morrer e quem Katniss iria escolher, que acabei indo com sede demais ao pote. Desta vez, já sabendo a respostas para todas estas e outras dúvidas, saboreei mais a história e, em vez de querer saber os “o quês”, me preocupei mais com os “comos” e “porquês”.

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Quem me conhece sabe que eu AMO o Peeta (e o Josh Hutcherson, hehe) e que, além do meu queridinho de Jogos Vorazes, ele é também um dos meus personagens preferidos de todos os tempos. E obviamente, disso eu nunca esqueci. No entanto, revisitar os três livros me fez lembrar – e perceber que nada mudou – de todos os muitos motivos pelos quais eu gosto tanto do Peeta. Resumindo, reler Jogos Vorazes foi uma das melhores decisões literárias que tomei em 2015: me apaixonei, me lembrei, me surpreendi e, principalmente, me emocionei como se fosse a primeira vez <3

Alguém aí também releu a trilogia recentemente?

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4 pensamentos sobre “Como foi reler Jogos Vorazes?

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