[OFF] Paradisíaca Florianópolis

Como contei no post sobre Rosário, na Argentina, não cresci com o hábito de viajar. Por isso, minha primeira viagem de verdade foi aos 23 anos, em 2010 – pausa dramática para expressão de choque e piedade. Não sei exatamente o porquê (já que não sou de praia), mas eu tinha muita vontade por conhecer Florianópolis e Balneário Camboriú. E assim foi! Confesso que, quando fiz aquela série de posts [OFF] sobre viagens, queria ter escrito um “guia” sobre a Ilha da Magia. Mas minhas fotos estavam tão ruins (minha câmera estava desregulada. DÃ!), que acabei desistindo.

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Calçadão da Avenida Beira-Mar Norte

Como meu namorado está de férias, mas eu não, tínhamos poucos dias para viajar. Então, pensamos em voltar a Buenos Aires. Como já conhecemos a capital argentina, não teria aquela “pressão” de primeira vez. Mas, graças aos preços exorbitantes das passagens, abortamos a missão. Então, pensamos em repetir Montevidéu, no entanto, também desistimos por motivos de abuso das companhias aéreas. Foi quando pensamos “por que não voltar a Florianópolis?”. Então, agora com fotos melhores, aqui vai um humilde roteiro sobre a Ilha da Magia (com adendos sobre nossa primeira viagem para lá)! Continue reading “[OFF] Paradisíaca Florianópolis”

[OFF] Surpreendente Rosário

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Viajar nunca foi uma prioridade na minha vida. E continua não sendo. No entanto, depois de conhecer alguns lugares incríveis, viajar se tornou algo que eu gostaria de fazer com frequência. Entre 2012 e 2013, fui para o Chile, para a Argentina duas vezes e para o Uruguai. Em 2014, em compensação, não fui nem pra Praia Grande :( Então, dei meu jeitinho este ano e escapei para Rosário, na Argentina (sim, de novo, amo!), por alguns dias \o/

Rosário não é um dos destinos mais populares do mundo, tanto é que se mostra um pouco defasada em relação ao trato com os turistas – mas, que fique claro, não em infraestrutura. Eu não sabia exatamente o que esperar e fui surpreendida por uma cidade tranquila, mas também super ativa e repleta de espaços e atividades para os moradores – e, consequentemente, para os turistas, que pareceram ser bem poucos. Então, hoje, vou compartilhar com vocês minhas aventuras por Rosário <3

DE SÃO PAULO A ROSÁRIO
Rosário é tão próxima de São Paulo quanto Buenos Aires, mas, por conta da demanda turística, é muito mais difícil encontrar voos – e diretos – para lá. No Decolar.com, só havia opções com uma parada na capital argentina e conexões de até 8 horas. Por isso, decidimos checar o site da TAM e, ainda bem, encontramos voos diretos e com passagens pelo mesmo preço. A viagem de São Paulo até Rosário leva menos de 3 horas e, apesar do voo de ida ter sido tenso por causa de turbulência e pouso arremetido, acredito que, normalmente, seja tranquila.

O HOTEL
Ir para Rosário era um plano para 2014 e que acabou não dando certo. Na época, eu havia pesquisado hotéis e nenhum tinha me agradado de verdade – adoro hotéis, acredito que façam parte da experiência de viajar, e confesso que tenho algumas frescuras. Quando decidimos ir este ano, voltei a pesquisar e, para minha felicidade, descobri que o Esplendor de Rosário (da mesma rede em que fiquei em Montevidéu) havia reaberto. Não pensei duas vezes e fiz a reserva no Booking. Por causa do dólar, a estadia saiu um pouco mais cara do que eu gostaria, mas valeu a pena: o Esplendor Savoy Rosario, assim como todos os hotéis da rede, fica em um prédio antigo da cidade e a decoração é um espetáculo. Confesso que o quarto de Montevidéu era bem mais espaçoso e mais bonito, mas o de Rosário não deixou a desejar.

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O DINHEIRO
Um real está valendo em média 2,80 pesos, mas não se anime demais! Primeiro porque, diferentemente dos estabelecimentos de Buenos Aires, a grande maioria dos de Rosário não troca real e muitos não aceitam cartão de crédito também. Por isso, trocar o dinheiro é imprescindível. Mas a pior notícia é que, ao que parece, se a crise está ruim para nós, está pior para eles. Comprar roupas e sapatos em Rosário, nem pensar! Livros? Também não – um exemplar não sai por menos de, acredite!, R$ 100. Comer ainda é relativamente vantajoso, mas nem sempre – um número no McDonald’s, por exemplo, sai quase R$ 40.

A VIAGEM
Dia 1: Rio Paraná e Monumento a la Bandera
Chegamos a Rosário por volta das 13h, pegamos o táxi para o hotel, encontramos um  lugar para almoçar e voltamos para o quarto para dar uma descansada. Quase no final da tarde, fomos passear à beira do Rio Paraná, que me surpreendeu bastante pela beleza e pelo clima. Era terça-feira, mas o local estava cheio de gente pescando (apesar de ser proibido), fazendo atividades físicas ou simplesmente curtindo a vida. Na Estação Fluvial de Rosário, você encontra alguns restaurantes bem legais e, aos finais de semana, é possível passear de barco.

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Agora, se teve algo que realmente me surpreendeu nesta viagem foi o Monumento a la Bandera. Achei que o local seria uma daquelas atrações que você só se interessa porque está no meio do seu caminho – fica super perto do hotel, aliás. Mas me enganei redondamente! O monumento é simplesmente incrível, além de extremamente grandioso. Nunca fui para Grécia (meu sonho), mas o Monumento a la Bandera me lembrou bastante as construções pelas quais o território grego é famoso. Nesse caso, imagens valem mais do que mil palavras:

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[OFF] Deliciosa Montevidéu

Embora fique pertinho do Brasil, o Uruguai não é um destino de viagem tão popular. Mas eu simpatizo com o país e sempre quis conhecer Montevidéu, mesmo não sabendo exatamente o porquê. Por isso, quando comecei a planejar minhas férias de 2013, pensei: por que não ir a Buenos Aires e Montevidéu, já que as duas cidades estão no mesmo caminho? Sem motivos para não seguir este roteiro, comprei as passagens e comecei a desenhar o roteiro. Para minha surpresa, porém, não existe (ou existem poucos porque eu, pelo menos, não achei) nenhum guia sobre o Uruguai ou Montevidéu no Brasil, por isso, contei basicamente com muita pesquisa na internet. A seguir, meu humilde guia pessoal:

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O hotel
Desde que decidi que iria para o Uruguai nas férias, ficou praticamente definido que o hotel escolhido seria o Esplendor (da mesma rede que eu queria ter ficado em Buenos Aires, mas acabei desistindo). Mesmo assim, resolvi pesquisar as opções e descobri que Montevidéu, diferente da capital argentina, não oferece tantas opções e variedades de hospedagem. Por isso, acabei ficando com o Esplendor mesmo e não me arrependi nem um pouco.

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Piscina do hotel

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Sacada da suíte

No estilo hotel-boutique, o local conta com atendentes super atenciosos, decoração moderna e um ar descolado. Além disso, é bem localizado (próximo à Plaza Independência) e o preço é super justo (quer dizer, quando o dólar era justo, haha): o quarto que pegamos (Suíte) custou cerca de US$ 77 a diária, com café da manhã incluso.

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[OFF] Buenos Aires em dobro <3

Hoje é dia de viajar aqui no Além do Livro \o/ E o destino da vez é uma cidade que eu amo de paixão: Buenos Aires. Sempre quis conhecer a capital argentina porque, além de ser pertinho de São Paulo e uma viagem relativamente barata, todo mundo sempre elogia a cidade. Eu só não esperava me apaixonar tanto <3 Minha primeira vez em Buenos Aires foi uma passada express, na volta de Ushuaia, e não deu exatamente para conhecer a cidade. No entanto, alguns meses depois, nas primeiras férias da minha vida, voltei ao destino e, aí sim, fiz (quase) tudo o que queria. Neste post, conto a minha segunda vez na cidade, mas os “melhores momentos” da primeira não ficaram de fora!

O hotel
Buenos Aires oferece uma infinidade de hotéis, com tantos tipos de preços, estilos e localizações que fica até difícil escolher. Da primeira vez que fui à cidade, fiquei hospedada no Home Hotel, em Palermo Hollywood, que é incrível, mas um tanto longe de tudo . Como desta vez tive a oportunidade e a responsabilidade de escolher onde ficaria, preferi o centro da cidade. Minha primeira opção era o Esplendor, que fica na San Martín, mas achei que poderia economizar um pouco mais nas tarifas, já que ainda iria para Montevidéu, no Uruguai. Então, acabei escolhendo o Colon, que fica na Carlos Pellegrini, praticamente em frente ao Obelisco, e parecia oferecer bastante facilidades (como café da manhã) a um preço justo (cerca de US$ 77 – bons tempos!!!).

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É verdade que o Colon não é tão charmoso quanto o Home – tem um ar mais empresarial do que turístico -, no entanto, é muito confortável e funcional. O quarto que pegamos (Duplo Standard) tinha janela lateral virada para a rua Lavalle, mas a vista para a Plaza de la República também era boa. No entanto, o melhor mesmo do Hotel Colon é a localização: as estações 9 de Julio (Línea D – Verde), Diagonal Norte (Línea C – Azul) e Carlos Pellegrini (Línea B – Vermelha), a rua Florida e a Plaza de Mayo são apenas algumas das facilidades e atrações que estão por perto.

O dinheiro
Antes, eu ouvia dizer que Buenos Aires era ótima para compras e via as pessoas voltando carregadas de artigos de couro, alfajores, etc. De uns tempos para cá, porém, o discurso que escuto é que já se foram os tempos em que a capital argentina oferecia vantagens para os compradores de plantão, o que, infelizmente, é verdade. Empolgar-se com o fato de que 1 real vale pouco mais de 2 pesos, no entanto, é inevitável, mas é importante lembrar que, por lá, as coisas custam o dobro (ou mais) do que estamos acostumados por aqui. Um bom exemplo é o McDonald’s: em São Paulo, um combo custa, em média, 20 reais; em Buenos Aires, o mesmo combo não sai por menos de 55 pesos. Além disso, como a cidade recebe muitos turistas, em alguns estabelecimentos e localizações, os preços vão parar lá no alto e, daí, é comum tudo ficar até mais caro do que se estivéssemos comprando em reais. Conclusão: não se iluda com os pesos argentinos.

Obs.: uma forma de baratear as compras é usar reais ou dólares como pagamento. Como o peso argentino não está em seu momento mais forte, alguns estabelecimentos aceitam pagamentos nestas moedas – alguns pagam até 4/9 pesos por 1 real/dólar. No entanto, nem todos os lugares são adeptos deste “truque”, por isso, é sempre bom estar equipado com alguns pesos e um cartão de crédito.

Táxi e metrô
Os taxistas argentinos não têm a melhor das famas, por isso, preferimos evitar o serviço ao máximo. Para ir do Aeroparque para o hotel (6 km de distância), solicitamos um remis no aeroporto mesmo e pagamos 100 pesos + 3 pesos do pedágio. Já para ir do hotel para o aeroporto, o concierge do Colon pediu um táxi para nós e a corrida saiu cerca de 80 pesos.  Embora os táxis de Buenos Aires não sejam caros e o trânsito de lá nem se compare ao de São Paulo, preferimos usar o metrô para explorar melhor a cidade e ter uma experiência mais próxima do que é ser um local. Quem está acostumado com os trens e estações da capital paulista talvez não caia de amores pelo visual do “subte” argentino. Mas a verdade é que o metrô de Buenos Aires parece atender muito bem à população e aos turistas – pelo menos os que se hospedam no centro da cidade.
 
DIA 1: CENTRO DA CIDADE
Plaza de la República e Obelisco
Da primeira vez que fui a Buenos Aires, fiz apenas um city tour express e, por isso, só passei em frente ao Obelisco e à Plaza de la República, sem nem sair do carro. Desta vez, como ficamos hospedados no Hotel Colon, que fica praticamente em frente aos dois pontos, não tinha como não conhecê-los de perto. Assim que deixamos nossas malas no hotel, descemos, atravessamos a rua e já estávamos na praça.

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Quem mora em cidades grandes, ou onde também tem um Obelisco (como São Paulo), talvez não veja muita graça neste clássico de Buenos Aires. Mesmo assim, ele atrai muitos turistas e é quase impossível não achar o cenário bonito. Quando escurece, turistas e moradores da capital argentina se reúnem na Plaza de la República para curtir a noite.

Rua Florida e Galerias Pacífico
Depois de ir ao Obelisco, pegamos a rua Lavalle (uma das travessinhas da Carlos Pellegrini), cruzamos as ruas Suipacha, Esmeralda e Maipú e chegamos à famosa rua Florida. O visual da clássica “calle” lembra muito o centro da cidade de São Paulo, mas, (in)felizmente, ela é bem melhor frequentada. Por lá, você encontra lojas de roupas, sapatos, brinquedos e souvenirs, cafés, restaurantes, livrarias e muitas casas de câmbio.

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Galerias Pacífico

A primeira parada foi na Galerias Pacífico, outro ponto turístico de Buenos Aires, onde o principal atrativo não é exatamente comprar (pelo menos não para os pobres mortais, que não costumam fazer compras na Chanel) e, sim, a construção charmosa, com um ar antigo, porém luxuoso, diferenciada dos shoppings convencionais.

Em seguida, paramos em uma Zara de rua, que é idêntica às que figuram nos shoppings de São Paulo. A loja estava em liquidação, mas os preços e as peças também eram iguais aos da capital paulista, por isso, achei melhor economizar meus pesos. Depois, fizemos mais uma parada na livraria de três extensos andares El Ateneo, uma das mais tradicionais de Buenos Aires. Continue reading “[OFF] Buenos Aires em dobro <3”

[OFF] Ushuaia, o fim do mundo

Semana passada, compartilhei com vocês minha aventura pela Patagônia Chilena e, hoje, voltei para contar como foi a viagem que fiz a Ushuaia, na Patagônia Argentina. Lembro que, quando eu era criança, meu pai assistia a um programa chamado Ushuaia e eu achava o nome engraçado. Mas nunca me passou pela cabeça que, um dia, eu conheceria este destino, que também atende pelo carinhoso apelido de “fim do mundo”, e que ele ocuparia um lugar especial no meu coração de viajante. Mais uma vez, a oportunidade apareceu graças ao meu emprego da época e a viagem foi uma aventura deliciosa!

DIA 1
De São Paulo a Ushuaia
O título de “cidade mais austral do mundo” assusta, mas a verdade é que chegar a Ushuaia é bastante simples. Parti do aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, em voo direto para o aeroporto de Ezeiza, em Buenos Aires – são pouco menos de 3 horas de viagem. Lá (que tem internet wi-fi liberada \o/), fiz conexão para Ushuaia e cheguei ao meu destino final em menos de 4 horas. No total, com tempo de voos e de espera, foram 11 horas de São Paulo até a capital da Terra do Fogo.

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A vista do hotel Los Cauquenes, direto para o Canal de Beagle

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Canal de Beagle

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Picos nevados em pleno verão <3

O centro de Ushuaia
Como chegamos cedo em Ushuaia, nos acomodamos rapidamente, almoçamos no hotel (fiquei no Los Cauquenes, que é um pouco afastado da cidade, mas fica às margens do Canal de Beagle) e fomos conhecer o centro da cidade. Como não poderia ser diferente, o centro de Ushuaia é pequeno, mas me surpreendeu muito pela estrutura – o que, na verdade, é esperado, já que lá se vive basicamente de turismo. Na Avenida Maipú, você encontra o porto da cidade, uma paisagem incrível e até mesmo um casino. Já na Avenida San Martín (uma acima da Maipú), você se depara com o centro comercial de Ushuaia, que não deixa nada a desejar: lojas e outlets de roupas de frio, sapatos, bolsas e souvenirs, cafés, docerias, bistrôs, restaurantes, bancos, casas de câmbio… tudo isso você encontra por lá.

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A caminho do centro de Ushuaia

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Já no centro de Ushuaia

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Porto de Ushuaia

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[OFF] Patagônia Chilena

Uma das razões pelas quais criei o canal [OFF] no Além do Livro foi para que eu pudesse falar sobre viagens. Não porque já fui a muitos lugares (infelizmente), mas porque acredito que conversar sobre turismo é uma das trocas mais genuínas e enriquecedores que existem – assim como falar sobre livros :) Hoje, vou compartilhar aqui minha primeira viagem internacional: a exótica Puerto Chacabuco, na Patagônia Chilena. Confesso que, provavelmente, eu nunca escolheria a cidade como destino por conta própria, mas tive a oportunidade de conhecê-la graças ao meu emprego da época e, obviamente, não poderia recusar o convite!

Puerto Chacabuco é uma cidade muito pequenininha, localizada na província de Aisén, no sul do Chile. Ela é a principal porta da entrada para o Glaciar San Rafael, uma geleira de 2 quilômetros de extensão, que é também sua principal atração turística. Três ou no mááááximo quatro dias são o suficiente para conhecer os pontos turísticos de Puerto Chacabuco e região e, já que as chances de você fazer escala ou conexão em Santiago são enormes, aconselho adicionar a capital chilena no roteiro. Agora, vamos à viagem \o/

A viagem de São Paulo a Puerto Chacabuco
A viagem até Puerto Chacabuco, a principal porta de entrada para o Glaciar San Rafael, é longa. Primeiro, fui de São Paulo a Santiago (são por volta de 4 horas de voo). Lá, esperei por mais algumas boas horas e fiz a conexão para Balmaceda, com uma parada em Puerto Montt (mais cerca de 5 horas de viagem, com escala e voo). Chegando ao pequeno aeroporto de Balmaceda, o mais próximo de Puerto Chacabuco, ainda faltavam mais duas horas de estrada até o Hotel Loberías del Sur, onde fiquei hospedada. Entre voos, conexões, escalas, esperas, atrasos e estradas, foi um dia inteiro de viagem. Mas ver a Cordilheira dos Andes e os picos nevados do avião – além, de claro, chegar ao destino final – fizeram o trajeto valer a pena.

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Cordilheira dos Andes vista do avião de São Paulo para Santiago

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Picos nevados visto do avião de Santiago para Balmaceda

Glaciar San Rafael
Como eu nunca havia parado para pensar para que lugares do mundo eu gostaria de ir, nunca havia me passado pela cabeça que, um dia, eu poderia conhecer uma geleira. Mas lá estava eu, a bordo de um catamarã, a caminho do Glaciar San Rafael. Um dos principais pontos da Patagônia Chilena, a geleira fica no Campo de Gelo Norte e, para chegar até ela, são 200 quilômetros de distância e 10 horas de viagem (5 para ir e 5 para voltar). Mas é um trajeto agradável, já que o catamarã oferece refeições e Pisco Sour e ainda dá para tirar uns cochilos. Além disso, logo no começo do passeio, na Isla Oma, é possível avistar leões marinhos (quase) de perto.

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Isla Oma

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