Resenha de Uma bolota molenga e feliz – Sarah Andersen

Depois de Ninguém vira adulto de verdadeSarah Andersen lança Uma bolota molenga e feliz, mais uma compilação de suas tirinhas. Sempre divertida e autêntica, a autora consegue captar muito bem a essência da sociedade atual, por isso, acho quase impossível não se identificar com ela.

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No entanto, apesar de serem extremamente engraçadas, as tirinhas abordam assuntos sérios, como autoestima, depressão, ansiedade, relações interpessoais e coming of age. Um dos temas que ganha destaque são as dificuldades de ser mulher, o que faz com que o livro esbarre no feminismo, mas nunca de uma maneira “caga-regra” (perdão pelo termo!).

Diferente de Ninguém vira adulto de verdadeUma bolota molenga e feliz tem historinhas maioresmais texto – mas sem perder o dinamismo. Uma coisa que AMEI é que, no livro, Sarah Andersen fala muito sobre gatos e conta como passou a gostar deles <3 Enfim, sempre com bom humorótimas sacadasUma bolota molenga e feliz é uma daquelas obras que fazem a gente pensar que não estamos sozinhos no mundo!

E aqui, algumas das minhas tirinhas preferidas:

Título original: Big Mushy Happy Lump (Sarah’s Scribbles #2)
Editora: Seguinte
Autor: Sarah Andersen
Ano: 2017
Páginas: 136
Tempo de leitura: 1 dia
Avaliação: 5 estrelas

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Resenha de Ninguém vira adulto de verdade – Sarah Andersen

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Em Ninguém vira adulto de verdade, Sarah Andersen compartilha suas tirinhas que retratam o que é ser um jovem adulto nos dias de hoje. Vida social, autoestima, timidez e inseguranças são apenas alguns dos temas abordados por Sarah no livro. Com mais de 1 milhão de seguidores no Facebook, a autora transforma causos cotidianos em mini-histórias honestas e, ao mesmo tempo, extremamente divertidas e de fácil identificação!

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Como disse na resenha de Repeteco, tenho gostado cada vez mais de quadrinhos. E já havia me interessado pela versão original de Ninguém vira adulto de verdade, que me lembrou um pouco do ótimo Hyperbole and a half. Então, quando soube que a Editora Seguinte iria lançá-la em português, já engordei minha wishlist.

E como esperado, a leitura do livro de Sarah Andersen foi rápida (tive que me controlar pra não ler tudo de uma vez) e regada a risadas. A autora tem um senso de humor que mescla ingenuidade com acidez e me identifiquei de verdade com várias tirinhas! Com Ninguém vira adulto de verdade, Sarah não apenas retrata a vida moderna de um jovem adulto, como também mostra que todos temos inseguranças que parecem ser bobas, mas afetam nossa vida e convivência social diretamente. Ou seja, ninguém está sozinho!

E para dar uma amostra do que Ninguém vira adulto de verdade realmente é, separei três das muitas tirinhas que amei:

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Título original: Adulthood is a myth
Editora: Seguinte
Autor: Sarah Andersen
Ano: 2016
Páginas: 120
Tempo de leitura: 2 dias
Avaliação: 5 estrelas

Projeto Desventuras em série: expectativas para a adaptação da Netflix

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A apenas 9 dias da estreia da primeira temporada de Desventuras em série, chegou a hora de falar sobre as expectativas em relação à adaptação produzida pela Netflix!  Quando vi as primeiras fotos de Neil Patrick Harris como Conde Olaf, ainda não havia começado a leitura da saga de Lemony Snicket, mas foi o suficiente para saber que coisa boa vinha por aí. Ao que tudo indica, a primeira temporada conta as histórias dos quatro primeiros livros e, depois de lê-los, ficou impossível manter as expectativas sob controle!

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O primeiro ponto a destacar é a caracterização dos personagens e, como os livros contêm ilustrações, temos uma boa ideia de como eles devem ser. Os irmãos Baudelaire são praticamente idênticos aos desenhos, mas devo dizer que, apesar de ser mais bonitinha do que nos livros, Sunny foi a que mais me chamou a atenção. Já o Conde Olaf é um espetáculo à parte e deixou Neil Patrick Harris praticamente irreconhecível. Assim como na obra original, o personagem se disfarça de várias outras figuras ao longo das tramas, o que parece ter sido mais um desafio bem cumprido pela produção da série.

A Series Of Unfortunate Events

Ao que tudo indica, a Netflix também não deixou a desejar em recriar os cenários e toda a atmosfera sombria e, ao mesmo tempo, lúdica de Desventuras em série. Os atores, por sua vez, parecem ter incorporado muito bem o humor que mescla acidez e ingenuidade, e que é tão característico de Lemony Snicket. Para finalizar, os trailers contam com partes emblemáticas das histórias. E aí, fica impossível esperar menos do que o melhor!!

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Esse foi mais um post do projeto Desventuras em série, em parceria com a Companhia das Letras/Seguinte. E para saber o que os outros blogs, vlogs e Instagrams literários esperam da adaptação, é só clicar:

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De cara nas letras
Então, eu li
Leitura Virtual
Lendo & comentando
Moonlight Books
Não apenas histórias
No mundo dos livros
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Projeto Desventuras em série: como anda a leitura

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No primeiro post sobre o projeto de leitura conjunta de Desventuras em série, contei quais foram as minhas primeiras impressões sobre a obra de Lemony Snicket. Até aquele momento, eu havia lido os dois primeiros livros, Mau Começo A Sala dos Répteis, e estava adorando a leitura. Neste segundo post, eu deveria atualizar vocês sobre o projeto e adoraria dizer que li mais dois, três ou quatro volumes. Mas a verdade é: continuo no segundo :(

Sei que é clichê dizer que o final do ano está corrido, mas juro que é verdade. Minhas leituras no geral estão super prejudicadas e, com isso, o projeto Desventuras em série acabou em déficit também. Aí você me pergunta: então por que você está fazendo esse post? E eu respondo: porque foi o combinado com a Companhia das Letras. E também para dizer que outros blogs/YouTubes/Instagrams parceiros da editora estão participando do projeto e estão muito mais em dia do que eu! São eles:

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Bom, as férias de final de ano estão chegando e aí eu prometo colocar as leituras em dia. Ai eu volto aqui para uma atualização decente :) (Enquanto isso, você pode ir namorando o box de Desventuras em série aqui!)

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Projeto Desventuras em série: primeiras impressões

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Como falei no post sobre o box de Desventuras em série, a Editora Seguinte/Companhia das Letras criou um projeto especial com alguns blogs parceiros para entrar no clima da adaptação da Netflix, que estreia no dia 13 de janeiro de 2017! E o primeiro post é sobre as primeiras impressões sobre a série.

Assim que o box chegou em casa, já peguei o primeiro livro, Mau Começo, para ler.  Como já conhecia a obra de Lemony Snicket (da série Só perguntas erradas e também de Por isso a gente acabou, que ele assina como Daniel Handler), não tinha como não esperar uma história inteligente e sagaz, com pitadas de um humor peculiar e doses de uma acidez inocente. E, apesar de ter sido exatamente isso o que encontrei no primeiro volume de Desventuras em série, fui surpreendida. Isso porque o autor foi capaz de criar protagonistas inteligentíssimos e tridimensionais, mas nunca arrogantes ou pedantes. E a conclusão é que os irmãos Baudelaire são extremamente cativantes e fazem com que o leitor realmente torça por eles.

Gostei tanto de Mau Começo, que emendei o volume dois, A Sala dos Répteis. E, para a minha felicidade, o segundo livro me agradou ainda mais! Afinal, conhecemos os irmãos Baudelaire do volume anterior e já iniciamos a história torcendo por eles. Além disso, temos o também cativante Tio Monty e uma trama um pouquinho mais complexa, com uma dose a mais de mistério e investigação.

Queria muito ter lido mais livros de Desventuras em série, mas, com a correria do final do ano e outras leituras pendentes, não pude emendar mais volumes. De qualquer forma, estou adorando a experiência e, apesar de ainda faltarem 11 livros, acho difícil que a obra de Lemony Snicket me decepcione!

Nos blogs abaixo, você encontra mais opiniões sobre Desventuras em série! Vale a pena dar uma olhada :)

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Resenha de Juntando os pedaços – Jennifer Niven

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Jack sofre de prosopagnosia, doença que o impede de reconhecer rostos, e ninguém, nem mesmo seus pais, sabe disso. Libby perdeu a mãe e, após se tornar a garota mais gorda dos Estados Unidos e uma prisioneira da própria casa, decide voltar à escola e à vida social. Os dois se encontram em circunstâncias desagradáveis, mas, quando se conhecem melhor, descobrem que só um pode enxergar o outro como realmente é.

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Quem me acompanha pelo blog ou pelo Instagram sabe que Por Lugares Incríveis, também de Jennifer Niven, é um dos meus livros preferidos de Young Adult. Então, é claro que eu estava super curiosa e ansiosa para ler Juntando os pedaços (e como a Companhia das Letras me enviou uma prova antecipada, pude conhecer Jack e Libby antes do lançamento oficial <3). Já aprendi que altas expectativas são perigosas, então tentei manter as minhas sob controle. Até porque já imaginava que Juntando os pedaços dificilmente superaria, sequer se igualaria, a Por Lugares Incríveis. Mas eu confesso que comparar é inevitável e eu esperava um pouco mais da nova obra de Jennifer.

Escrever um best-seller deve ser maravilhoso, mas também assustador. Afinal, como já diria o Tio Ben, “com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades”. Ou seja, é óbvio que as expectativas em torno do livro sucessor estarão lá no alto (talvez por isso John Green ainda não tenha se aventurado depois de A culpa é das estrelas). E eu acho que essa pressão, infelizmente, ficou nítida no caso de Jennifer Niven. Garanto que não comecei a leitura de Juntando os pedaços esperando as mesmas sensações que tive com Por Lugares Incríveis. Mas, conforme lia a história,  tudo o que eu conseguia sentir era o esforço da autora em criar uma dupla de protagonistas tão memorável quanto Violet e Finch. E, eu adoraria dizer o contrário, mas a verdade é: não deu certo.

A primeira coisa que me incomodou em Jack e Libby é que eles não soaram reais para mim. Apesar de cometerem erros, eles (principalmente ela) são maduros e “perfeitos” demais. Poderia ter me identificado com eles (principalmente com Libby) em vários aspectos, mas, por não sentir que eles poderiam ser pessoas de verdade, isso não aconteceu. Amei a personalidade, a força e a coragem de Libby, e acho que a literatura, especialmente o gênero Young Adult, precisa de mais personagens como ela. No entanto, não achei as atitudes dela coerentes com seu passado e suas experiências. Não consegui enxergar um ponto de transição entre a “Libby, a garota mais gorda dos Estados Unidos” e a “Libby que vai contra tudo e contra todos para ser aceita como realmente é”. Já em relação a Jack, o que mais me incomodou foi o fato de que o problema dele poderia ser resolvido de maneira simples. Não a prosopagnosia, claro, mas o fato de viver uma vida de aparências para que pudesse reconhecer a si e aos outros dentro dela. Por mais que a família de Jack tivesse problemas, não me pareceram o suficiente para ignorar uma questão de saúde tão séria.

No Encontro de Blogueiros da Companhia das Letras, Jennifer disse que Juntando os pedaços era uma história sobre “reconhecer um ao outro e encontrar seu lugar no mundo. Sobre enxergar e ser enxergado”. E, realmente, não existe descrição melhor. Afinal, Libby precisava ser vista por quem realmente é, e não por seu tamanho. E tudo o que Jack queria era reconhecer alguém além da fisionomia. Mas acho que o resultado final foi um pouco previsível demais e com pezinho no pedante. Vale a leitura? Vale, sim. No entanto, se ainda restava alguma dúvida, agora não resta mais: Juntando os pedaços jamais poderia ser comparado a Por Lugares Incríveis.

Título original: Holding up the universe
Editora: Seguinte
Autor: Jennifer Niven
Ano: 2016
Páginas: 392
Tempo de leitura: 7 dias
Avaliação: 3 estrelas

Veja mais livros de Jennifer Niven

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Box de Desventuras em série

Como a maioria de vocês deve saber, Desventuras em série, de Lemony Snicket, está sendo adaptada para a TV pela Netflix. A estreia da primeira temporada está marcada para 13 de janeiro de 2017 e Neil Patrick Harris é a grande estrela do elenco, na pele do vilão Conde Olaf. Aproveitando o gancho, a Editora Seguinte/Companhia das Letras relançou o box que reúne os 13 volumes da série e convidou alguns blogs parceiros para um projeto especial!

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Assim que o meu box chegou, não resisti e postei uma foto no Instagram. Só que ele é tão lindo e caprichado, que queria mostrar mais em um post aqui no blog. Depois, vou falar mais sobre como o projeto irá funcionar (já adianto que será bem legal!), mas, por enquanto, deixo vocês com os detalhes do box!

E como uma imagem vale mais do que mil palavras…

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Nem preciso dizer que estou apaixonada pelo box, né? <3 Quem quiser ver mais sobre Desventuras em série, corre nos outros blogs parceiros da Companhia que também estão participando do projeto:

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