Por que Dash & Lily já é tudo pra mim?

Vocês já devem ter assistido ou pelo menos ouvido falar sobre Dash & Lily. Adaptação de O Caderninho de Desafios de Dash & Lily, de David Levithan e Rachel Cohn, a série é  um dos lançamentos de Natal da Netflix. Como um bom romance young adult, a história tem uma atmosfera mágica, é divertida e uma fofura! Arranca suspiros (e talvez algumas lágrimas) e também aquece o coração. E claro, é altamente maratonável.

Bom, já deu para perceber que motivos não faltam para assistir Dash & Lily, né? Eu realmente me apaixonei pela série e já quero assistir tudo de novo. Mas o verdadeiro motivo pelo qual a adaptação me conquistou foi: representatividade.

Interpretada por Midori Francis, Lily é uma garota norte-americana que vive em Nova York. E, assim como eu (e como a própria atriz), é descendente de japoneses. A personagem é apaixonante, e eu gostei muito de como a ancestralidade dela foi explorada – dentro da proposta da história, mas de maneira incisiva. Vi muito da minha família na família de Lily (especialmente na tradição dos envelopes!). E me identifiquei com o quanto ela sempre se sentiu diferente por conta de sua ascendência.

DASH & LILY | Site Oficial Netflix

Fico muito feliz de ver que a representatividade asiática está cada vez mais presente em filmes e séries de produção ocidental. Mas confesso que, por razões óbvias e pessoais, sinto falta de personagens com ascendência japonesa (e não coreana ou chinesa). Em Eu nunca…, vemos uma quebra de padrão com Paxton Hall-Yoshida, um descendente de japoneses que é o garoto mais popular da escola, o que me deixou muito feliz!

No entanto, Dash & Lily leva a representatividade japonesa a um novo patamar, mostrando e valorizando as tradições da família Mori, ao mesmo tempo em que também quebra estereótipos. E eu não canso de dizer: como é reconfortante se identificar e se enxergar. E acima de tudo, compreender que o que muitas vezes chamamos de “diferença” é a pluralidade que nos torna únicos e também parte de um todo.

2 comments

  1. ola
    ah eu gosto de filmes ,series ,tudo que se relaciona ao Natal
    que bom que essa serie traz a representatividade asiatica e pude notar pela sua resenha o quanto essa serie te conquistou
    que bom .
    espero poder assistir .

  2. Representatividade! Acredito que essa seja a palavra mais usada nesse ano e claro, todo mundo fica feliz com isso!
    Eu a amo esse clima natalino e também maratonei essa delícia de série.
    Aham, chorei rs
    É delicada, é fofa, é intensa, é engraçada e é real.
    Todos deveriam ter a oportunidade de conferir essa gracinha!!!!
    Beijo

    Angela Cunha/O Vazio na Flor

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