Resenha de Deuses Americanos – Neil Gaiman

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Após passar 3 anos na cadeia, Shadow está próximo da liberdade. No entanto, poucos dias antes de sair da prisão, ele recebe a notícia de que a esposa e o melhor amigo foram mortos em um acidente de carro. Sem rumo, decide trabalhar para o misterioso Wednesday. O que ele não sabe é que, ao aceitar o a proposta de Wednesday, ele abre as portas de um mundo desconhecido, onde mortos, vivos, lendas e mitos se encontram.

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Em 2015, li Coraline e admito que fiquei sem entender o porquê de tantos elogios a Neil Gaiman. Mesmo assim, decidi me aventurar com Deuses Americanos, que é, provavelmente, o livro mais cultuado do autor. E, terminada a leitura, fica a lição: eu simplesmente não nasci para ler/entender/gostar de Neil Gaiman.

Até que o início de Deuses Americanos me surpreendeu, por ser mais envolvente do que eu havia imaginado – a falta de envolvimento com a história foi um dos maiores defeitos que encontrei em Coraline. No entanto, apesar de o suspense apenas crescer, logo perdi o interesse pela trama e a leitura começou a ficar difícil. E a única justificativa que encontrei é que Deuses Americanos é fantasia demais para o meu gosto.

Confesso que, se fosse por gostar ou não da história, eu daria menos de 3 estrelas. Mas não acharia justo, já que, nesse caso, acredito que o problema tenha sido eu e não o livro. Verdade seja dita, Shadow é um personagem cativante e Wednesday também tem seu charme. De qualquer forma, acho que Deuses Americanos merece o crédito pela premissa (e execução, para quem gosta de fantasia) e também pelo pesquisa que Neil Gaiman deve ter feito para que pudesse dar vida à história.

Título original: American Gods
Editora: Intrínseca
Autor: Neil Gaiman
Ano: 2001
Páginas: 640
Tempo de leitura: 8 dias
Avaliação: 3 estrelas

selo2016

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2 thoughts on “Resenha de Deuses Americanos – Neil Gaiman

  1. Somos duas então. Na verdade, não consegui nem terminar o livro, apesar de querer muito gostar do autor.

    Mas também fiquei com a sensação de “o problema sou eu, não você, Gaiman”
    Pela fama gigantesca, um dia pretendo tentar Sandman, só preciso superar essa decepção recente antes :/

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