Meus livros abandonados de 2015

Em 2015, eu cumpri a meta de ler 75 livros e completei o Desafio de Leitura, mas, como nem tudo são flores, também rolaram alguns abandonos. Acho que nenhum leitor gosta de desistir de um livro, mas sou adepta da filosofia de que o hábito de ler deve trazer prazer e não pressão e cobranças. Então, quando percebo que não vai rolar, eu desisto mesmo e tento não pensar mais sobre isso. E aqui estão os meus abandonos de 2015:

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Apenas um dia, Gayle Forman
Em 2014, li Se eu ficar e Para onde ela foi, também de Gayle Forman, e apesar de não tê-los amado taaaanto, gostei o suficiente para ler Apenas um dia. Péssima decisão! Comecei a leitura no início de 2015 e confesso que já não lembro mais o que exatamente tanto me irritou – acredito que tenha sido a química exagerada entre os protagonistas -, mas o fato é que eu não consegui chegar nem à metade do livro.

Contos de Oscar Wilde, Oscar Wilde
Li O Retrato de Dorian Gray, provavelmente a obra mais importante de Oscar Wilde, em 2011 e, apesar de não ser fã de clássicos, gostei bastante da história. Por isso, quando encontrei um livro de contos do autor perdido em casa, decido lê-lo. E, para a minha decepção, gostei de apenas um conto (O Fantasma de Canterville) e não consegui terminar a obra – shame on me, porque ele é pequenininho.

Onde deixarei meu coração, Sarra Manning
Anna e o Beijo Francês, de Stephanie Perkins, me fez desenvolver um interesse por histórias que se passam em Paris e foi por isso que solicitei Onde deixarei meu coração no Skoob. Bom, ainda bem que não paguei dinheiro por ele, porque não consegui passar da página 50. A protagonista, cujo nome não lembro, é uma adolescente chata e ingrata e simplesmente não tive paciência para aguentá-la.

Never let me go, Kazuo Ishiguro
Never let me go é um livro que eu não sei dizer por que abandonei. Na verdade, eu li, tipo, 10 páginas e larguei o coitado de lado. Sabe quando você começa uma leitura e ela te deixa meio mal? Foi o que aconteceu. Mas eu pretendo tentar de novo, talvez tenha sido apenas o momento errado para o livro certo. Oremos!

1984, George Orwell
Eu sempre quis ler 1984, afinal, além de ser um clássico, a obra de George Orwell é uma das precursoras das distopias que eu tanto li em 2014. Mas foi um erro tentar lê-la durante uma viagem. Sou péssima leitora quando viajo e até cheguei à página 50 de 1984, mas não consegui me animar para continuar a leitura, mesmo depois que voltei para a “vida real”. No entanto, assim como Never let me go, pretendo dar outra chance ao clássico de Orwell.

E vocês, abandonaram muitos livros em 2015?

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6 pensamentos sobre “Meus livros abandonados de 2015

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