Bienal do Livro: vale a pena ir?

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A última vez que fui à Bienal Internacional do Livro foi em 2006, quando eu ainda estava começando a minha “vida literária”. Não lembro por que não cogitei ir em 2008, 2010 e 2012, mas desconfio que foi pela mesma razão que quase não fui em 2014: preguiça de muvucas. Eu me recuso a ir nestes eventos de final de semana porque fico (mais) mal-humorada e insuportável, por isso havia decidido que não iria desta vez, mesmo querendo muito. No entanto, surgiu a oportunidade de prestigiar a Bienal durante a semana e, então, foi impossível resistir. Fiz um pequeno e atrasado guia para quem estiver a fim de ir ao evento e evitar dor de cabeça :)

Como ir e voltar de transporte público
Para chegar à Bienal de transporte público é bem simples: basta ir até a estação Tietê (linha azul do Metrô) e, de lá, pegar um dos ônibus disponibilizados pelo próprio evento, que fazem o trajeto até o Anhembi de graça. Na volta, é o mesmo esquema: os ônibus aguardam os passageiros nos arredores do Anhembi e os levam até a estação Tietê.

Movimentação
Como não tenho paciência para muvucas, já havia decidido que não iria à Bienal no final de semana – e foi uma das melhores decisões que tomei na vida. Mas, depois do inferno de sábado, fiquei com receio de que, mesmo em plena terça-feira, a superlotação pudesse se repetir. Decidi me aventurar e, lá pelas 18h, me deparei com um Anhembi tranquilo e transitável. As filas dos caixas estavam sossegadas, não havia espera no banheiro e até as praças de alimentação tinham vários lugares para sentar, descansar e comer. Um sonho <3

Compras e preços
A Bienal é um paraíso para quem gosta de livros, mas os preços nem sempre são os mais convidativos – ainda mais para quem está acostumado a aproveitar as super ofertas da internet. No entanto, a maioria dos estandes, inclusive os das editoras, tem produtos com descontos ou em promoção. Ou seja: quem garimpar vai encontrar.

A minha primeira compra foi o Antes que eu vá (da Lauren Oliver, autora de Delírio), um livro que queria há muito tempo, mas que sempre estava quase R$ 40 na internet – no estande da Intrínseca, que tinha uma seção só com promoções, paguei R$ 25. Depois, num estande/livraria (cujo nome não me lembro), achei Curvas de Aprendiz Manual para românticas incorrigíveis, ambos da Gemma Townley, por R$ 10 cada um. Eu até já havia esquecido que queria esses livros, já que eles estão sempre caríssimos e eu dei uma enjoada de chick lit, mas, por R$ 20, virou questão de honra. Pra fechar, arrematei Nada é para sempre, primeiro volume da série Garota <3 Garoto, e Quem poderia ser a uma hora dessas?, por R$ 14, 90 cada um, no estande da Companhia das Letras.

E os bons preços não paravam por aí: tinha livro da Rachel Gibson por R$ 15 na Geração, desconto progressivo na Record e vários estandes com livros por até R$ 3. Vale, e muito, ter paciência para garimpar.

Estandes
Eu achei que a Bienal seria maior (estou acostumada com as feiras de beleza, que parecem intermináveis), mas achei o tamanho ideal – dá para andar e andar de novo sem cansar demais. Todas as grandes editoras estavam presentes, além da Saraiva e outras lojas menores. Os melhores estandes, na minha opinião, são os da Intrínseca, Companhia das Letras e Record, que contam com bastaaaaante livros e alguns preços ótimos.

E então, vale a pena ir à Bienal? Com certeza :) Talvez você não faça milhares de compras ou precise garimpar bastante para encontrar preços que valham a pena, mas é sempre bom estar no meio de tantos livros <3

 

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